Dr. Gilberto Parada Cury, advogado previdenciário na Liberdade, São Paulo
OAB/SP 228.051 · Direito Previdenciário na Liberdade

Advogado previdenciário na Liberdade, São Paulo

Para quem teve o benefício do INSS negado: aposentadoria, auxílio-doença ou BPC LOAS. Atendimento direto com o Dr. Gilberto Parada Cury, na Liberdade, região central de São Paulo, e online em todo o Brasil.

O INSS negou o seu benefício?

Casos comuns de quem procura o escritório previdenciário na Liberdade e na região central de São Paulo.

Documento de indeferimento de benefício do INSS sobre a mesa
Benefício negado

O INSS negou meu benefício

Mesa de trabalho com documentos previdenciários no escritório na Liberdade
Aposentadoria

Não sei se já posso me aposentar

Bancada com livros de Direito Previdenciário no escritório na Liberdade
Depois da negativa

Não sei o que fazer agora

Recepção do escritório Parada Cury, na Liberdade, São Paulo

INSS negou seu benefício? O que fazer

Recurso administrativo ou via judicial

Depois da negativa, há dois caminhos possíveis: recorrer dentro do próprio INSS ou discutir o direito na Justiça. A escolha depende do motivo do indeferimento. Leio a carta de negativa e indico o caminho que faz sentido para o seu caso.

Aposentadoria por idade e por tempo de contribuição

Cada regra de aposentadoria tem requisitos próprios de idade, tempo de contribuição e pontos. Confiro o seu CNIS, o histórico de contribuições e os períodos que podem ter ficado de fora, para entender se o direito já existe.

Auxílio-doença e a perícia do INSS

O auxílio por incapacidade depende de perícia. Muitas negativas vêm de laudo insuficiente ou de perícia que não avaliou bem o quadro. Organizo os documentos médicos e explico como cada etapa funciona.

BPC LOAS para idoso e pessoa com deficiência

O Benefício de Prestação Continuada atende idosos e pessoas com deficiência dentro do critério de renda familiar. Analiso se o seu caso se enquadra e quais provas de renda e de saúde são necessárias.

Como funciona o atendimento previdenciário, na Liberdade e online

Um caminho simples, do primeiro contato ao acompanhamento do seu caso junto ao INSS.

Conte seu caso

01

Você me explica o que o INSS respondeu, pelo WhatsApp ou presencialmente na Liberdade.

  • Primeira conversa sem compromisso
  • Presencial na Liberdade ou online
  • Você fala direto comigo

Análise da negativa

02

Leio a carta de indeferimento e o seu histórico e explico, em linguagem simples, os caminhos possíveis.

  • Leitura do motivo da negativa
  • Conferência do CNIS e documentos
  • Avaliação honesta das chances

Atuação e acompanhamento

03

Conduzo o recurso ou a ação e mantenho você informado a cada etapa.

  • Recurso administrativo ou judicial
  • Acompanhamento do começo ao fim
  • Você informado a cada movimentação

Dr. Gilberto Parada Cury, 23 anos de Direito Previdenciário

São 23 anos dedicados à advocacia, com atuação especializada em Direito Previdenciário e do Trabalho. Aqui você fala direto comigo, entende cada etapa em linguagem simples e recebe uma leitura honesta sobre as chances do seu caso perante o INSS.

Atendo presencialmente na Liberdade, região central de São Paulo, perto dos metrôs Liberdade e São Joaquim, e também online em todo o Brasil.

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Dr. Gilberto Parada Cury, advogado na Liberdade, São Paulo, OAB/SP 228.051
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23 anos de atuação em Direito do Trabalho e Previdenciário
23
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Clientes atendidos na carreira
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Atendimento em todo o Brasil

Confiança construída em 23 anos de advocacia previdenciária

Fatos institucionais e verificáveis sobre o escritório e o atendimento, sem promessa de resultado.

Conte seu caso
23 anos de atuação, atendimento direto com o advogado e explicação clara de cada etapa do caminho junto ao INSS.

Entre 300 e 500 clientes atendidos ao longo da carreira, com atuação especializada em Direito Previdenciário. Atendimento presencial na Liberdade, região central de São Paulo, e online em todo o Brasil.

Parada Cury Advogados
Dr. Gilberto Parada Cury
OAB/SP 228.051 · Liberdade, São Paulo
Presencial Online

Para entender melhor o seu caso no INSS

Material para quem teve o benefício negado e procura um advogado previdenciário na Liberdade, São Paulo, presencial ou online. Cada análise traz a base legal, os prazos que correm depois da negativa e os documentos que costumam decidir o pedido, em linguagem comum.

INSS negou o benefício: recurso administrativo ou ação judicial, como se decide o caminho

Tudo começa na carta de indeferimento

A primeira coisa a fazer depois de uma negativa é ler o motivo, e não a conclusão. A carta de indeferimento informa por que o pedido não foi aceito, e é esse motivo que define o caminho seguinte. Falta de carência, ausência de qualidade de segurado, período não reconhecido no cadastro, laudo médico considerado insuficiente, renda familiar acima do critério: cada um desses fundamentos leva a uma estratégia diferente. Negativa por falta de documento simples às vezes se resolve com o próprio recurso administrativo. Negativa que discute o direito em si costuma pedir outra rota. Sem ler a carta, qualquer orientação é chute.

O recurso administrativo e o prazo de trinta dias

Existe uma via gratuita dentro da própria estrutura da Previdência. O recurso é dirigido à Junta de Recursos do Conselho de Recursos da Previdência Social, com prazo de trinta dias contados do conhecimento da decisão, conforme o art. 126 da Lei 8.213/91 e o art. 305 do Decreto 3.048/99. Se a Junta mantiver a negativa, ainda cabe recurso à Câmara de Julgamento. É um caminho que faz sentido especialmente quando o problema é de prova documental ou de análise incompleta, e não de tese jurídica. Perder o prazo dos trinta dias não impede a discussão judicial, mas fecha a via gratuita e mais direta.

Quando a via judicial faz mais sentido

A regra, fixada pelo Supremo Tribunal Federal no Tema 350, julgado no RE 631.240, é que exista um pedido prévio ao INSS para que se caracterize o interesse de agir em juízo, sem que isso signifique esgotar todas as instâncias administrativas. A própria decisão reconhece exceções, entre elas os casos em que a posição da Administração é notória e reiteradamente contrária à pretensão do segurado, e os pedidos de revisão, restabelecimento ou manutenção de benefício já concedido, que em regra podem ir direto ao Judiciário. Na prática, a escolha entre recorrer no INSS ou ajuizar a ação depende do motivo da negativa e do que já foi analisado.

Motivos de negativa que aparecem com frequência

  • Perícia que concluiu pela ausência de incapacidade, mesmo com laudos particulares em sentido contrário
  • Falta de carência ou perda da qualidade de segurado no momento do pedido
  • Períodos de trabalho que não constam do CNIS e por isso não foram computados
  • Vínculo antigo sem registro, ou registro com data divergente da realidade
  • Renda familiar per capita acima do critério, no caso do BPC
  • Documentação médica sem data, sem CID ou sem descrição do quadro

Como o escritório conduz

Como advogado previdenciário na Liberdade, São Paulo, o Dr. Gilberto Parada Cury lê primeiro a carta de indeferimento e o CNIS, confere o que o INSS considerou e o que deixou de considerar, e explica em linguagem comum qual caminho faz sentido para aquele caso e quais são os riscos dele. Não há promessa de resultado em nenhuma hipótese, porque o desfecho depende de prova e de enquadramento legal. O atendimento é presencial perto dos metrôs Liberdade e São Joaquim, e online para quem está em outra cidade ou estado, já que a comunicação com o INSS é digital.

Auxílio por incapacidade negado na perícia: carência, documentos médicos e o que o INSS analisa

O benefício e o peso da perícia

O auxílio por incapacidade temporária, que muita gente ainda chama de auxílio-doença, depende de perícia. E é aí que a maior parte dos pedidos cai. O perito do INSS avalia se existe incapacidade para o trabalho e por quanto tempo, com base no exame e nos documentos apresentados naquele dia. Não basta estar doente: é preciso demonstrar que a doença impede o trabalho. Muita negativa não vem de má vontade, vem de documentação que não mostrou o quadro. Laudo genérico, sem data legível, sem CID, sem descrição das limitações funcionais, costuma ser lido como insuficiente.

A carência de doze contribuições e as dispensas

Como regra, o benefício exige carência de doze contribuições mensais, conforme o art. 25, inciso I, da Lei 8.213/91. Mas existem dispensas importantes. O art. 26, inciso II, isenta da carência a incapacidade decorrente de acidente de qualquer natureza, do trabalho ou não, e também os casos de doença do trabalho ou doença profissional. Há ainda a lista de doenças graves que independem de carência, hoje definida pela Portaria Interministerial nº 22/2022. Um ponto costuma passar despercebido: não há dispensa quando a data de início da doença é anterior à filiação do segurado ao regime, o que também aparece como fundamento de negativas.

O que costuma faltar na documentação médica

  • Data legível e recente no laudo, em vez de documento antigo sobre quadro atual
  • Indicação do CID e descrição do que a pessoa está impedida de fazer, e não apenas o diagnóstico
  • Relatório do médico que acompanha o caso, além dos exames isolados
  • Histórico do tratamento, com receitas, encaminhamentos e exames em sequência
  • Relação entre a limitação e a atividade concretamente exercida pelo segurado
  • Documentos de afastamentos anteriores e de internações, quando houver

Depois da negativa

Negativa em perícia não encerra o assunto. Existe o recurso administrativo, dentro do prazo de trinta dias do conhecimento da decisão, e existe a via judicial, na qual a discussão passa por nova perícia, agora feita por profissional nomeado pelo juízo. O que muda o jogo, nos dois caminhos, raramente é o discurso: é a organização do material médico e a demonstração da relação entre o quadro de saúde e o trabalho que a pessoa faz. O escritório analisa o que existe e diz com honestidade se há base para seguir, sem prometer resultado.

O que levar na conversa

  • Carta de indeferimento com o motivo da negativa
  • Resultado da perícia, quando disponível no Meu INSS
  • CNIS ou extrato de contribuições
  • Todos os laudos, exames, receitas e relatórios, mesmo os antigos
  • Carteira de trabalho e comprovação da atividade exercida
  • Documento com foto e comprovante de residência

BPC LOAS: quem tem direito, o critério de renda do art. 20 da Lei 8.742/93 e as provas do pedido

O que o BPC é e o que ele não é

O Benefício de Prestação Continuada é assistencial, e essa palavra explica quase tudo. Ele assegura o pagamento de um salário mínimo mensal a quem se enquadra nos requisitos legais e não tem meios de prover a própria manutenção nem de tê-la provida pela família. Não é aposentadoria, não exige contribuição prévia ao INSS e não se confunde com benefício previdenciário. Essa confusão gera pedidos malfeitos e frustração: quem procura o BPC achando que é uma aposentadoria por idade tende a apresentar os documentos errados, e quem tem direito à aposentadoria às vezes pede BPC sem necessidade. Entender a diferença é o primeiro passo.

Quem pode pedir

  • Pessoa idosa com 65 anos ou mais, conforme o caput do art. 20 da Lei 8.742/93
  • Pessoa com deficiência, assim considerada quem tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial
  • Impedimento de longo prazo é o que produz efeitos pelo prazo mínimo de dois anos
  • Em ambos os casos, é preciso atender ao critério de renda familiar previsto na lei
  • A avaliação da deficiência é composta por avaliação médica e avaliação social, feitas por peritos médicos e assistentes sociais do INSS

O critério de renda

O § 3º do art. 20 da Lei 8.742/93, na redação dada pela Lei 14.176/2021, prevê o direito ao benefício para a pessoa com deficiência ou idosa cuja renda familiar mensal per capita seja igual ou inferior a um quarto do salário mínimo. A mesma Lei 14.176/2021 acrescentou o § 11-A, que permite ao regulamento ampliar esse limite para até meio salário mínimo. Na prática, é aqui que muitos pedidos caem, e também aqui que aparece boa parte das discussões: quem compõe o grupo familiar, o que entra e o que não entra no cálculo da renda, e como comprovar despesas que reduzem a capacidade real de manutenção.

Provas que costumam ser necessárias

  • Documentos de todos que moram na mesma casa e comprovantes de renda de cada um
  • Cadastro Único atualizado, com a composição familiar correta
  • Laudos, exames e relatórios que descrevam o impedimento e sua duração
  • Comprovantes de despesas contínuas, principalmente com saúde e medicamentos
  • Comprovante de residência e de moradia compartilhada, quando for o caso
  • Documentos que ajudem a avaliação social a enxergar a rotina real da família

Como o escritório trata esse pedido

O BPC costuma envolver quem está numa situação delicada, e as conversas exigem paciência e linguagem simples. O trabalho começa pela conferência do critério legal, segue pela composição do grupo familiar e pela organização das provas médicas e sociais, e inclui explicar de forma clara o que a lei exige e o que o caso concreto tem. Quando os requisitos não estão presentes, isso é dito com franqueza na primeira conversa, na Liberdade ou online, porque a informação honesta poupa tempo de quem já está cansado de esperar.

Perguntas frequentes

Informações para orientar quem procura o escritório na Liberdade e online em todo o Brasil.

Conte seu caso

O INSS negou meu benefício. Recorro no INSS ou vou pra Justiça?

Depende do motivo da negativa, que fica na carta de indeferimento. Em alguns casos o caminho mais indicado é o recurso administrativo dentro do próprio INSS; em outros, a via judicial. Leio o motivo da recusa e indico qual caminho faz sentido para o seu caso, sem prometer resultado.

Benefício negado pelo INSS pode ser conseguido na Justiça?

Muitas negativas administrativas são revistas na esfera judicial, principalmente quando faltou análise de documentos ou de perícia. A chance depende das provas e do enquadramento legal. Analiso a documentação e explico, com honestidade, se o caso tem base para ir à Justiça.

O que acontece depois que o recurso é negado?

Se o recurso administrativo é negado, ainda costuma ser possível discutir o direito na Justiça, dentro do prazo. Explico as consequências de cada decisão e organizo os documentos necessários para a etapa seguinte.

Quais documentos levo para analisar a negativa?

Leve a carta de indeferimento do INSS, seu documento com foto, o CNIS ou extrato de contribuições e o que tiver relação com o benefício: laudos médicos, carteira de trabalho, comprovantes de renda. Se faltar algo, oriento como conseguir.

Vocês atendem quem mora em outra cidade ou estado?

Sim. Além do atendimento presencial na Liberdade, região central de São Paulo, atendo online em todo o Brasil, por vídeo e WhatsApp. Casos previdenciários são conduzidos à distância com frequência, já que a comunicação com o INSS é digital.

O escritório na Liberdade atende quem passa pela região central e pelos metrôs?

Sim. Ficamos na Rua Conde do Pinhal, na Liberdade, perto dos metrôs Liberdade e São Joaquim, atendendo toda a zona central de São Paulo, incluindo Sé, Bela Vista, Aclimação, Cambuci e Glicério.

OAB/SP 228.051 Dr. Gilberto Parada Cury, advogado na Liberdade, região central de São Paulo

Conte seu caso do INSS para o Dr. Gilberto Parada Cury

Atendimento direto com o advogado, presencial na Liberdade, região central de São Paulo, e online em todo o Brasil. Você mostra a negativa do INSS e eu indico os caminhos possíveis, sem compromisso.

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